sexta-feira, 17 de julho de 2009

NÃO É FÁCIL SER PAI... TAMPOUCO ADOLESCENTE!

“Às vezes teus pais não te compreendem ou não querem colocar-se em seu lugar. Você tentou colocar-se no lugar deles?”


PAIS! UFA!!

Os pais se comportam, às vezes, de formas muito estranhas. Quando você é pequeno, sempre andavam atrás de você dizendo para lavar as mãos e se pentear. Agora, se vêem você diante do espelho, riem e falam que é um convencido. Não há quem os entenda!
Em determinado momento estão furiosos porque dizem que é demasiado independente; no minuto seguinte se queixam alegando que sempre está “grudado” a eles e que não é suficientemente independente.
Te ridicularizam diante de teus amigos, não respeitam sua vida privada; enfim, somente parecem desfrutar amargurando a sua existência e fazendo-lhe a vida muito mais difícil do que já é.
E, é a isto que se chama de “ser pais”?
Não se dão conta de que os adolescentes também tem seus próprios sentimentos?
Sim, é claro que se dão conta. Mas estão rodeados de tantos problemas, e preocupados por tantas dificuldades, que a grande realidade de que você é um ser humano, com direito a pensar, a sentir e a viver por você mesmo, às vezes parece ficar relegado a um segundo plano.
O certo é que quando os filhos se convertem em adolescentes, os pais enfrentam uma situação completamente nova, que a maioria das vezes é surpreendente e inesperada: seus filhos queridos, bons e obedientes, se convertem em um momento para outro em adolescentes voluntariosos e difíceis de governar.
Da noite para o dia se vêem com toda sorte de novas situações: seus filhos saem com garotas (ou vice-versa), assistem a excursões de vários dias, praticam esportes perigosos, começam a trabalhar...
É verdade que também eles passaram por tudo isto, mas com uma diferença: não como pais, senão como adolescentes. Naquela ocasião os pais eram outros, que lutavam e reprimiam, e era eles quem tocava exigir. Mas agora, tem passado a ocupar o lugar de pais, e se sentem responsáveis por você, e na obrigação de ajudá-lo em toda classe de dificuldades e problemas, a maioria dos quais são totalmente novos para você. Deve compreender que para eles, somente o fato de viver com você, com seus costumes, sua música e sua forma de se vestir, já lhes é difícil, quando não frustrante. Não tem que ficar espantado, pois se algumas vezes se mostrarem inquietos e preocupados.
Possivelmente passaram a ocupar sua posição de pais sem estarem tão bem preparados como deveriam. Muitos pais arrastam consigo um lastro de problemas de sua própria infância e juventude; problemas que às vezes se remontam a várias gerações atrás, dentro da tradição da família. Têm todo tipo de temores. Estão inseguros de suas próprias idéias e valores, e possivelmente ainda não tem realizado um projeto de vida que os satisfaça totalmente.
Por outra parte, seu crescimento e desenvolvimento tem criado neles um sentimento mais vivo de dor que produz na vida a perda dessas coisas que se querem.
Para alguns pais, ao dar-se conta de que seus filhos estão crescendo também os faz perceberem de que estão envelhecendo, de que a vida passa com rapidez; tem que enfrentar a triste realidade de que os anos passam velozmente e ainda não tem alcançado os objetivos que se haviam proposto na vida, e que possivelmente já não poderão alcançar.
Esse sentimento de frustração pode conduzir os pais a uma ambição muito comum: tratar de conseguir por seu intermédio tudo o que para eles foram sonhos impossíveis. E isto pode chegar a ser uma verdadeira fonte de problemas.
Outra das razões que motiva muitas vezes a intranqüilidade e o desassossego de seus pais são os comentários da imprensa sensacionalista. Em revistas e periódicos lêem continuamente artigos nos quais se afirma que os pais são responsáveis de todos os problemas da juventude; que os pais são os culpados da degeneração social; que para ser bons pais tem a obrigação de lutar até o fim. E isto os assusta. Nos dias de seus avós, se João era um mal filho, e se comportava como tal, a culpa era do próprio João, de ninguém mais. Em nossos dias, os seus pais são acusados por não haverem sabido tratá-lo, educá-lo e encaminhá-lo corretamente.
Assim pois, deve enfrentar a realidade: ainda que seja um filho modelo, um adolescente perfeito, seus pais continuarão vendo problemas em você, enfrentando-o quase todo o tempo. Não importa o que terá de fazer para agradá-los, não importa o muito que se esforce em tratar de ser um paradigma de adolescente, seus pais seguirão pensando que seus anos de adolescência são os mais difíceis que eles tem tido que enfrentar.

ADOLESCENTES! AI!

Assim vê você a seus pais. Agora vejamos como eles vêem você. Os anos da adolescência não são fáceis. Pode ser que ultimamente tenha crescido tanto que você já quase não se reconhece. Ou quiçá, seja ao revés, e seu crescimento é tão lento comparado com o de seus amigos, que te faz sentir um pouco criança quando está com eles. Possivelmente, o desenvolvimento físico tenha feito você engordar muito e tenhas pernas e braços gordos. Às vezes você se pergunta como te vêem os demais, e se preocupa pensando se realmente chegará a ser o tipo de homem ou mulher que gostaria.
Pouco a pouco, irá se sentindo mais filosófico e pensador. Terá dado conta do que significa ser um mesmo, separado do grupo que formam os demais. Ultimamente tem começado a perguntar-se quem você é, que é a vida e para que está nela.
E o mal é que enfrenta estes problemas em um mundo que a maior parte das vezes se lhe apresenta pouco amistoso, bastante hostil. Certamente a adolescência pode chegar a ser uma época de verdadeira angústia. E a medida que a maturidade se aproxima, a angústia aumenta. Te preocupa a possibilidade de tomar decisões equivocadas - a carreira, o matrimônio, o trabalho, etc. Duvida de sua capacidade para enfrentar todas as responsabilidades de um adulto maduro e responsável.
Por isto quer que te compreendam, que reconheçam seu valor, que se dêem conta de que é uma pessoa capaz de assumir responsabilidades. Mas os que te rodeiam não parecem muito dispostos a ajudá-lo.
Se tem treze anos, teus pais queixam-se de que é muito sensível, de que não se pode dizer-lhe nenhuma palavra sem que você se inflame como pólvora. Por outra parte, alegam que é pouco comunicativo, que não lhes conta nada e que sempre responde com monossílabos às suas perguntas. Possivelmente, você também se dá conta de que não é como os demais, todo amável e simpático como deveria ser, mas tem tantas coisas em que pensar que não lhe sobra tempo para suportar as “tontices” da família.
Se tem catorze, possivelmente já terá resolvido parte dos problemas que te preocupavam aos treze. Sua atitude frente a seus pais é mais serena, e também eles parecem compreendê-lo melhor; se esforçam em ajudá-lo mais e te criticam menos.
Aos quinze anos o problema se agrava outra vez. Teus pais se queixam de que quase não lhes dirige a palavra, de que você guarda tudo, de que se comporta como um mal educado e se veste de forma desalinhada. A verdade é que começas a sentir-se bastante independente. É certo que tens muitas coisas sobre as quais gostaria de dialogar, mas não com seus pais! Você começou a descobrir uma montanha de problemas da idade adulta que pouco a pouco estão aparecendo, e ao mesmo tempo se dá conta de suas próprias limitações para superá-los. Com a esperança de compreender melhor a você mesmo e aos que te rodeiam se tornou um pouco psicológico. Não desanimes; a maioria dos problemas que agora enfrenta desaparecerão no próximo ano.
Aos dezesseis as coisas mudam, você perceberá que a vida não é tão difícil como pensava. Terá aprendido a controlar melhor suas próprias emoções, e vai se sentir mais sociável e amistoso e tentará compreender o ponto de vista dos demais. Sentirá mais confiança em si mesmo, e isto fará ser possível opinar com melhor critérios os outros.
Terá alcançado a primeira fase da maturidade, e pode ser que isto faça que com que seus pais, ao perceberem que já não é tão criança, abram um pouco as mãos, o que motivará maior compreensão. Quando lhe expor um problema, pode confiar em que o tratarão como a um adulto. Pouco a pouco compreenderá que as restrições e proibições que lhe haviam imposto, em certo sentido eram necessárias, e você se sentirá agradecido pela maior margem de liberdade que lhe concedem. Ainda que seja difícil aceitar as proibições que todavia te impõem, pouco a pouco dará conta de que seus pais, no fundo, são bastante razoáveis, e de que se pode dialogar com eles. Trate de aceitar a distância que o separa deles. Não se arrependerá.
Talvez se sinta tentado a pensar que é demasiado difícil ser adolescente. Tem razão. Mas lembre-se que não é fácil ser pais de um adolescente.

- Um texto de Bárbara Jurgensen


terça-feira, 14 de julho de 2009

''Sou de Deus, não me censurem...''

Esse texto encontrei escrito em letras garafais enquanto buscava uma letra de uma música na internet, li e experiementei a unção de não julgá-lo. Após o texto haviam dezenas de comentários uns mais liberais e outros conservadores, mas desafio a vocês que irão lê-lo que pense e reflitam em qual seria sua postura se você se defrontasse com alguém nesta situação:

''SOU GAY, ACHO QUE A BÍBLIA É NAZISTA E SOU INFINITAMENTE AMADO POR DEUS?
Ainda bem que estou unido a Deus, e não a esse "deus de papel" de vocês.
1 ano atrás
Detalhes Adicionais
Que todos os hipócritas tenham filhos e netos gays, em nome de Deus!!!

Quem é vc para me repreender? Tá bom, vai, passei um pouco dos limites, hehehe.

Respeitem e amem as pessoas do jeito que elas são. Nada impede que seus filhos já sejam gays reprimidos e camuflados, vivendo no inferno e sorrindo para não serem reconhecidos.

Amem eles acima de tudo. Não precisa ser loiro, alto, rico, inteligente, heterossexual para ser amado. Vcs tem a obrigação de amar todas as pessoas, invariavelmente.

Eu pedi a Deus para nascer gay (antes de nascer). É uma experiência traumática e incrivelmente maravilhosa ao mesmo tempo.

Tenho certeza de que Deus me ama DO JEITO QUE FUI FEITO.''


alguns dos comentários:
André-MG
Com certeza.
Tbém me sinto exatamente assim...
E não existe quem não tenha imperfeições e q possa ousar julgar alguém, pois afinal o q determina o caráter de uma pessoa não é o q ela faz na cama e sim as boas atitudes q tenha no dia-a-dia com relação aos irmãos mais necessitados, caridade, amor, perdão e fé.
Viver em paz consigo mesmo, independente de templos ou mandamentos deturpados pelo homem e orientações q foram destinadas a pessoas deee (Qto?) +/- 4 mil anos atrás e q não entenderiam as orientações de Deus a menos q fossa c ameaças de dores, sangue, morte e sofrimento. Depois do evangelho nosso Deus é amor, e é assim q eu prefiro vê-lo, e é assim q eu O amo.
Gde abraço.


Marlow the Vampire, ex-Lecter

Enquanto o mito de que a homossexualidade é uma "escolha" e não determinada geneticamente render um bom pretexto para chamar pessoas que NÃO ESCOLHERAM sua orientação sexual de pecadores e para atormentá-los e justificar
Enquanto o mito de que a homossexualidade é uma "escolha" e não determinada geneticamente render um bom pretexto para chamar pessoas que NÃO ESCOLHERAM sua orientação sexual de pecadores e para atormentá-los e justificar o sadismo dos cristãos e islâmicos fascistas, vai persistir sim. Ou seja: para sempre.
E não são só religiosos que acham que homossexualidade é escolha, conheci pelo menos dois ateus ignorantes que também acham que o cara "resolve" "virar" gay do dia pra noite como se fosse algo tão simples quanto trocar de camisa.

É o cúmulo da ignorância.

Fábioxan

Deus amou o mundo de tal maneira que deu seu Filho para morrer por nós, e para que todo aquele que nELe crê não pereça mas tenha a vida eterna.
Deus te ama, independente de suas crença, afinal as suas crenças serve só para dizer o que acontecerá com vc após a morte.
A Bíblia diz que o pecado nos afasta de Deus, e não diz em lugar nenhum que Deus se afasta de nós. Ele condena o pecado, para o nosso próprio bem, pois o pecado traz para nós a maldição (em todo e qualquer area de nossa vida).


Kleber

Todos os homossexuais, são demônios em forma humana. Procedem de antigas linhagens de mestiços, que vêm se misturando com o gênero humano criado por Deus. São descendentes de anjos transgressores, que se uniram com mulheres da descendência de Caim, gerando uma raça amaldiçoada. Quando um desses mestiços sofre a morte do corpo, o seu espírito pode retornar a esse mundo, onde costuma a se apropriar indevidamente dos corpos de pessoas desprotegidas. Os demônios, ou mestiços, também são conhecidos como Nephilins.

Carlos M

Zezinho,

A Graça e a Paz de Nosso Senhor Jesus Cristo esteja com você irmão.

O Deus que você fala que te ama muito e nós temos absoluta certeza que Ele te ama muito mesmo do jeito que você é, mas que Ele também é o mesmo Deus que deixou sua Palavra Sagrada para que todos seguissem seus mandados, estatutos, leis, preceitos e juízos.

O que está acontecendo com você também acontece com todas as pessoas. Você ainda não abriu seu coração com sinceridade e profundidade para conhecer o Deus que te ama. Deus te conhece, mas você ainda não o conhece.

1 ano atrás
Fonte:http://br.answers.yahoo.com/question/index?qid=20080519165306AAM75iF

E você o que pensa a respeito do assunto?

Desafio você a ler o texto abaixo e, ao menos, entender o que significa liberdade na pregação do Cristianismo:
(o encontrei em um blog católico cujo título é ''vida e castidade'').


Eu não deveria ser livre para fazer o que quisesse???
Por Jason Evert

Qual dos dois homens abaixo é livre?

O primeiro homem vive sozinho e não está em um relacionamento porque não quer estar ligado a ninguém por nenhum compromisso. Frequentemente ele passa as noites fora, usufruindo o fato de que não tem que prestar contas a ninguém de que horas vai chegar em casa. Em outras noites, ele passa horas olhando para pornografia na internet. Na verdade, faz anos que ele não passa uma semana sequer sem ver pornografia. De vez em quando ele vai para um clube de “strip” com seus amigos, e bebe o quanto quer. Ele tem um filho de um relacionamento anterior, mas acha bom que a mãe tenha a custódia do filho, já que ele encarou a criança não-planejada como um peso em sua vida.

O segundo homem é casado e tem três filhos. Ele vai direto para casa depois do trabalho, para ajudar sua mulher a banhar as crianças e aprontá-las para dormir. Ele tem muitos amigos, mas não gasta mais tanto tempo com eles como na época que era solteiro. Com relação a pornografia e tentações de outras mulheres em sua vida, ele recusa isso e só tem olhos para sua esposa.

O mundo vai lhe dizer que o primeiro, o solteiro, é livre, e que o segundo, o casado, é um escravo. Mas vamos analisar com atenção. A não ser que mude de vida, o primeiro homem vai chegar no seu leito de morte um dia, e perceber que gastou a vida inteira consigo mesmo. Ele foi criado para fazer uma entrega de si, mas gastou a vida inteira tentando maximizar seu prazer pessoal. Seu egoísmo o cegou, impedindo-lhe de ver que há uma coisa que desejamos mais que essa “liberdade”, e essa coisa é o amor. Fomos criados para o amor. Mas esse amor nos exige coisas, e custa um alto preço: custa nossa vida. É por isso que muitos rapazes desistem. Nas palavras de um homem, “Eu queria ser um soldado, um cavaleiro, mas não queria sangrar como um”. (1)

Precisamos deixar a falsa noção de que a liberdade significa fazer tudo que queremos. O Papa João Paulo II nos lembra:

“Se a liberdade não é usada, o amor não pode se valer dela, ela se torna uma coisa negativa, e dá aos seres humanos um sentimento de vazio e incompletude”. (2)

O solteiro mencionado acima não é livre. Ele é escravo de seu próprio prazer e egoísmo. O marido, que parece preso, está espelhando o amor de Cristo, que disse de sua própria vida, “Ninguém a tira de mim, eu a entrego livremente”(João, 10, 18). O marido sabe que, abdicando de sua “liberdade” por causa do amor ele pode se libertar de si mesmo. Seja pela sua esposa, por seus filhos, ou por Deus, você rende sua liberdade como dom para os outros.

Somos livres para desistir dos desafios do amor, mas só vamos encontrar a verdadeira liberdade aceitando-os. Esse é o grande paradoxo do Cristianismo – enquanto não esvaziar a si mesmo, se sentirá vazio; enquanto não entregar sua liberdade como dom, não vai encontrá-la. No que se refere à pureza, você deve superar o medo inicial de que vai estar perdendo alguma coisa, porque o pequeno sacrifício esconde atrás de si uma grande recompensa. Quando você perceber que o autocontrole lhe faz livre para amar, você não mais verá a pureza como uma perda. Não tenha medo de ser um verdadeiro homem, um verdadeiro cavalheiro, como nos afirmou S. Josemaria Escrivá, “Quando você decide firmemente viver uma vida de pureza, a castidade não será um peso para você: será uma coroa de triunfo” (3).

Fonte:http://vidaecastidade.blogspot.com/search/label/Homem

Deus verdeiramente ama o homem, mas será que o homem já entendeu isso?
Tire suas próprias conclusões!!



''Destrói meu mundo'', esta é minha oração

Letra da música: worlds apart
jars of clay (Idioma original: inglês).


'' Mundos Diferentes

Eu sou o único culpado por isso.
De alguma forma tudo termina da mesma maneira.
Voando nas asas do egoísmo orgulhoso
eu voei alto demais e, como Icaro, eu me choquei
com um mundo que eu tento tanto deixar para traz,
Quero me livrar de tudo, menos o amor.
Dar e morrer

Dar as costas e não se transformar
em outro prego a perfurar a pele dAquele que ama
mais profundamente do que o oceano,
mais abundantemente do que as lágrimas
de um mundo envolvendo todas as dores

Posso eu ser o que irá sacrificar
ou pegar a lança e assistir o sangue e a água escorrer?

Coro:
Te amar - destrói meu mundo
Precisar de ti - Eu estou ajoelhado
Te amar - destrói meu mundo
Precisar de ti - quebrantado e ajoelhado

Tudo dito e feito: Eu estou só
no meio das sobras da vida na qual eu não sou dono.
É necessário tudo o que sou para crer
na misericórdia que me cobre.

Você realmente teve que morrer por mim?
Tudo que sou por tudo que tu és.
Porque tudo o que eu preciso
e tudo o que eu acredito
são mundos diferentes.
E eu oro

(Coro)

Nos meus joelhos

Eu vejo além da cruz vazia
esquecendo o preço que custou a minha vida,
e limpo as manchas vermelhas,
e tristemente olhas os pregos que sobraram.
Mais e mais eu preciso de você.
Eu te devo mais a cada hora que passa nessa
batalha entre graça e orgulho.
Eu desisti não faz muito tempo,
então tome meu coração e leve a minha dor,
lave meu pés e limpe meu orgulho.
Tire o egoísta, tire o fracasso
e tudo aquilo que não posso esconder.
Tire a beleza, tire minhas lágrimas,
o coração inundado de pecado e faça-o ser seu.
Desmonte todo o meu mundo,
desmonte agora, agora,
E sirva aqueles que me desprezam
Fale as palavras que eu não posso negar,
Assista o mundo que eu costumava amar
virar poeira e ser jogado fora

Destrói o meu mundo, destrói meu mundo
Eu oro, e eu oro, e eu oro
Destrói meu mundo.
Mundos diferentes''

video

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Um nirvana espiritual...

O último suspiro (Israel Herison)

Já parou para pensar como será seu último momento?

O que estará passando na sua cabeça?

Como seria você ou eu, no limite das forças, dar o último suspiro.

[Será que teria a ousadia de aceitar esse momento como uma dádiva ou viveria meus últimos segundos numa anarquia apodíctica?]

Que horas serão?

Como estará o clima neste lugar que nem, ao menos, saberia localizar

Estará quente abafadiço ou gélido nebular?

Será que estarei desesperado, ou já satisfeito com meu destino?

Estarei distraído ou consciente?

Vacilante ou incrivelmente atento?

Quieto ou berrando de dor?

Acredito que estarei me sentindo culpado, ou tendo dó de mim mesmo...

Mas... E no meu interior, só se encontrará uma voz murmurante ou, será possível, uma voz suave de quem sabe para onde vai!

Será que a dor é suportável ao ponto de, no meu último arrulho, sussurrar um verso de amor?

Não sei!

Nem ao menos sei se estarei sozinho ou terei alguns discípulos ao pé da cama a chorarem com esse momento?

Onde será que estarei, meu Deus?

Será que estarei abandonado numa rua fria, ouvindo os sons ao longe se confundirem com as batidas ensurdecedoras do meu coração aflito?

Ou será que o meu mundo, pouco a pouco, transforma-se mais em um silêncio ocioso, e este é meu único refúgio neste momento?

Será que a digna fé de um guerreiro épico, que morre em batalha, residirá no meu coração ou se verá apenas uma covardia irresoluta?

O que entenderia como verdade ou fantasia?

Acreditaria em apenas um terrível acaso ou teria coragem de encontrar um propósito para a própria treva que me rodeia neste meu último monólogo?

Teria indubitavelmente que lutar contra a minha própria consciência, que momento difícil para mim! (Falas que nem sei de onde vêm, nem como e quando me abandonarão)

‘’- Será que vivi bem os meu dias?’

Ou ‘será que como um tolo não enxerguei a beleza da vida, e apenas me reservei para resolver meus problemas e aturar meus próprios vícios?’’

‘’- Será que nada me restou a não ser a própria estupidez desse momento, tão inútil para a humanidade, será que vivi mesmo? ou fui apenas como uma máquina programada para seguir as leis newtonianas de ação e reação?’’

Não sei nem se seria bom encontrar estas respostas, tudo começa do medo e evolui, ligeiramente, à frustração...

Será que, de olhos fechados, ainda sim, consigo enxergar alguma imagem que vem de alguma profundeza da minha inconsciente lucidez? É o medo; é só isso o que sinto!

Alguém pode me segurar neste segundo?

Será que não é melhor eu largar todo este fardo que carreguei vida afora para viver, unicamente, neste momento uma paz insegura? E como será que irei encará-la?

Que me espera, então? O que virá depois?

Será que estou seguro agora?

Será que existe um paraíso?

Será que terei alguém por mim do outro lado?

Ou Será que tudo acabará por aqui...

Nem o amparo do ar fresco atmosférico posso mais contar.

Será que terei este segundo apenas para contemplar meu corpo debilitado?

Se eu pudesse voltar de novo à época que nasci e tornar a chegar à vida, o que eu mudaria? Será que não repetiria o mesmo comportamento? Talvez...

O que será que tem lá fora, bem distante dessa dimensão que sempre esteve refém do ditador soberano, o Tempo?

Ah! Se eu pudesse voltar séculos atrás na minha própria existência, não para alterar alguma coisa... não! Apenas para dar um salto no escuro e desafiar-me ao olhar tudo que me amedronta nos olhos de outra pessoa. Isso, tenho certeza que faria.

Tudo é tão escuro, é... mas parece que toda matéria que posso sentir, mesmo sem tocar, está cedendo a algo que é tão claro, branco, inefável... Um mistério, um paradoxo, mas que é tão maravilhoso.

Ah! Que delírio! Não quero que isto passe, até que, de modo inevitável, chegue o fim!

1 Coríntios 1:18-30


18Porque a palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus.
19Porque está escrito: Destruirei a sabedoria dos sábios, E aniquilarei a inteligência dos inteligentes.
20Onde está o sábio? Onde está o escriba? Onde está o inquiridor deste século? Porventura não tornou Deus louca a sabedoria deste mundo?
21Visto como na sabedoria de Deus o mundo não conheceu a Deus pela sua sabedoria, aprouve a Deus salvar os crentes pela loucura da pregação.
22Porque os judeus pedem sinal, e os gregos buscam sabedoria;
23Mas nós pregamos a Cristo crucificado, que é escândalo para os judeus, e loucura para os gregos.
24Mas para os que são chamados, tanto judeus como gregos, lhes pregamos a Cristo, poder de Deus, e sabedoria de Deus.
25Porque a loucura de Deus é mais sábia do que os homens; e a fraqueza de Deus é mais forte do que os homens.
26Porque, vede, irmãos, a vossa vocação, que não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos os poderosos, nem muitos os nobres que são chamados.
27Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes;
28E Deus escolheu as coisas vis deste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são;
29Para que nenhuma carne se glorie perante ele.
30Mas vós sois dele, em Jesus Cristo, o qual para nós foi feito por Deus sabedoria, e justiça, e santificação, e redenção;

Fonte: http://www.bibliaonline.com.br/acf/1co/1